Jovens do Acampamento visitam IFF e hospital Che Guevara


20 de julho de 2018 - 19h08

Um grupo de participantes do 2º Festival Internacional da Utopia saiu nesta sexta-feira (20/07) do Acampamento da Juventude, em São José de Imbassaí, para visitar as instalações do campus do Instituto Federal Fluminense, em Ubatiba, e do hospital municipal Ernesto Che Guevara, entre São José e Ponta Grossa. Os jovens, na maioria procedentes do Espírito Santo, circularam pelas dependências de ambos os prédios e foram guiados por equipes das secretarias de Obras, de Educação e de Saúde.

Já na chegada ao IFF, a engenheira responsável Beatriz Monteiro explicou detalhes da construção e contou que o governo municipal teve a iniciativa de erguer os prédios para, ao final, entregá-los à gestão do instituto, ligado ao governo federal. Os rapazes e moças ficaram impressionados com o tamanho da área construída e compararam com as da instituição semelhante em seu estado.  “É muito diferente do que temos lá, porque aqui já tem um espaço destinado a um grêmio estudantil. Isso mostra que já se pensou mesmo em tudo que os estudantes precisam”, observou Lívia Sabioni, que tem 19 anos e estuda no Instituto Federal do Espírito Santo em Aracruz, cidade onde vive. 

Para o estudante de História Raphael Reis, de 21 anos, a construção é um reflexo da democratização do ensino no município. “No nosso estado tem um município chamado Presidente Kennedy, que recebe tantos royalties quanto Maricá e, proporcionalmente, não tem nem a metade dos investimentos em educação que estamos vendo aqui, e esse campus é mais uma prova disso, de que há uma preocupação especial com este setor”, disse ele. Jonas Lube, estagiário de Direito de 26 anos, afirmou que, que pelo que observou, Maricá está se tornando um diferencial para o país. “Esse município é um exemplo que todo gestor deveria seguir”, sentenciou.

No novo hospital Ernesto Che Guevara, a boa impressão foi a mesma. Técnicos responsáveis pela obra acompanharam os jovens por todas as áreas do prédio. O que mais chamou a atenção foi o tamanho da construção principal e das periféricas. “Este hospital é incrível! Pela informação que nos deram, ele terá um diferencial importante que é um espaço para alimentação dos acompanhantes, coisa que não tem em qualquer unidade”, disse a estudante do ensino médio Lorena Corrêa, de 17 anos, moradora de Cariacica. A amiga dela, Brenda Lau, foi mais empolgada. “Eu quero morar aqui! Tem uma estrutura geral que não se encontra no país e especialmente para o jovem, como o ônibus gratuito, uma coisa que é boa para toda a população”, frisou ela, que tem 19 anos.

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